Giro Cultural de outubro traz Poeta e Trovador lançando “Primeiros Versos”. E Sala de Cultura Leila Diniz apresenta peça teatral “Chapeuzinho vermelho”

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Sábado, 05 de outubro, aconteceu a 22ª edição do Giro Cultural no centro de Niterói. O evento teve início às 10h, na Livraria Ideal com o lançamento do livro “Primeiros Versos” de Antônio Carlos, Poeta e Trovador. E em seguida, às 12h, na Sala de Cultura Leila Diniz, a peça infantil “Chapeuzinho vermelho“, produzida pela Cia de Teatro Infocus.  O Giro Cultural é uma realização da Nova Imprensa Oficial, com o apoio da Prefeitura de Niterói; Fundação de Artes de Niterói (FAN); e TV Universitária da UFF (Unitevê). Nesta edição, Antônio Carlos, Poeta e Trovador, concedeu uma entrevista exclusiva para falar sobre Poesia e Trova, e como iniciou sua carreira. E na Sala de Cultura Leila Diniz, a Cia de Teatro Infocus apresentou a encenação da peça Chapeuzinho vermelho, e Gugu Aráujo contou sobre os 42 anos de César Cavalcanti no Teatro.

  • Livraria Ideal

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  • Perfil – Antônio Carlos

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Antônio Carlos Rodrigues, nasceu no Porto Velho, município de São Gonçalo, estado do Rio de Janeiro. Teve a influência poética ainda muito jovem, através de sua irmã. E aos 14 anos, já rabiscava os seu primeiros versos. Tinha a mania de organizar essas poesias em cadernos, datando-as. Sempre procurava por uma figura ou uma estampa romântica para colar na capa, dá um título de acordo, como se fosse esse um livro, com prefácio e índice inclusive. Depois vieram várias participações em Concursos, Festivais e Jogos Florais, o que fez crescer sua coleção de medalhas e troféus. Vale destacar a premiação e as  palavras elogiadas nos diplomas oferecidos pelo:

  • Periódico Torre de Pedra de Porto Alegre – RS.
  • Da ANE – Associação Niteroiense de Escritores.
  • O Coral de Cigarras da saudosa Mariomar.
  • O Festival de Poesias de Monjolos.
  • E o Festival de Poesias Poetas Alucinantes.
  • É sócio da ANE – Associação Niteroiense de Escritores
  • É sócio efetivo nº 18 da U.B.T União Brasileira de Trovadores (Nacional)
  • Pertence a diretoria da U.B.T União Brasileira de Trovadores (Seção São Gonçalo)
  • É Membro Efetivo da A.G.L.A.C – Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências.
  • Poemas
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Primeira

Você,
o meu primeiro beijo
sem jeito
desajeitado

A minha primeira dor
sentida,
sofrida.

O meu primeiro desejo.

O meu primeiro erro
praticado.

Você,
o meu primeiro amor.
Meu começo,
meu pecado.

  • Primeiros Versos

Primeiros Versos

Os meus primeiros versos são assim
tão simples, tão ingênuos, tão criança,
um mundo todo feito de esperança,
de uma paixão imensa e amor sem fim.

Os meus primeiros versos são em mim
ainda hoje, como divina herança.
Momentos que não saem da lembrança,
eterna e linda flor em meu jardim.

Os meus primeiros versos, um passado
tão vivo, tão marcante, tão presente,
que eternamente me acompanhará.

Os meus primeiros versos, sonho alado…
Sem cor e brilho para muita gente,
mas você, certamente, entenderá!

  • Livraria Ideal – Entrevista com Antônio Carlos : Primeiros Versos

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Meu nome é Antônio Carlos Rodrigues. Eu sou Poeta e Trovador em São Gonçalo, e através da minha amizade com Carlos Mônaco, estou lançando hoje (05/10), aqui, na Livraria ideal em uma manhã de autógrafos o meu primeiro livro, e que tem um título sugestivo “Primeiros Versos”. Embora eu esteja lançando três livros, estou lançando uma manhã de autógrafos com  “Primeiros Versos”, que foi um livro que não lancei aqui. Os outros dois “Canto da Dor” e “Nós”, eu já tive a oportunidade de lançar aqui na Livraria Ideal. Então, por isso, estou lançando esta manhã de autógrafos com “Primeiros Versos”.

Grupo Mônaco de Cultura: Como você iniciou sua carreira como Poeta e Trovador? Conte-nos um pouco.

Antônio Carlos: Foi quase inexplicável,você começa a ler certos tipos de poesias e gêneros poéticos. E aos poucos começa a rabiscar. Isso aí começou comigo por volta dos meus 14 anos. Tanto é que esse livro “Primeiros Versos”, tem uma poesia única dos meus 14 anos que eu salvei e que eu quis destacar. Inclusive coloquei na contra capa, que tem o título de imediato.  E daí esse livro foi feito dos 15, 16 e 17 anos. E segui fazendo-o. E quando comecei a escrever era muito cedo e depois veio a escola, o trabalho, e não tive  tempo de lançar o livro. Eu escrevia e guardava.  Depois é que consegui formar esse primeiro livro e lançar.

Grupo Mônaco de Cultura:  Você se inspirou em algum Poeta como Camões, Machado de Assis, Oswald de Andrade, ou outro Poeta de inspiração para escrever na sua adolescência? Ou você lia alguma Poesia / Poema de Poetas estrangeiros ou brasileiros? Conte-nos um pouco sobre isso? 

Antônio Carlos: Com certeza tive, porque eu conheci a Poesia através da minha mãe que trazia as Poesias para mim. E entre essas Poesias e esses autores um se destacou que foi J G de Araújo Jorge, ele é brasileiro. Araújo Jorge até porque pelos Sonetos. Ele era um Exílio Soletista. E pelo  Romantismo dele, pelo Lirismo que ele escrevia, aí então, me identifiquei mais.  Por isso comprei os livros dele, e procurei ler bastante as obras que ele escrevia. E foi isso que me impulsionou mais para a Poesia e para o Soneto.

Grupo Mônaco de Cultura: Você fez três lançamentos. Quando foi o seu primeiro lançamento?

Antônio Carlos: O primeiro lançamento aconteceu em 2010. Para você ver, depois de tanto tempo, comecei a escrever com 14 anos e a lançar em 2010, para mim foi muito tempo. Em 2010 lancei Primeiros Versos, após lancei em 2011 O Canto da Dor, que está aqui e foi lançado em 2011. E em seguida, no ano passado, 2012 lancei o terceiro o livro que tem o título – Nós.

Grupo Mônaco de Cultura: Os três livros são de Poesias, inclusive  O Canto da Dor?

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Antônio Carlos: Todos os três livros são de Poesias. Eu coloco os três gêneros que gosto mais, que é a Poesia em si livre ou metrificada; a Trova  que também faço desde o início; e o Soneto que é um gênero que realmente me cativa mais. Então, em todos os três livros eu coloco esses três gêneros de Poesia, misturo os três gêneros e coloco nos livros.

Grupo Mônaco de Cultura: Antônio, você disse que começou na juventude aos 17 anos, e depois parou para trabalhar. Você se formou em alguma área ou desenvolveu o seu talento conforme o tempo?

Antônio Carlos: Não, eu tenho o Dom, e eu gosto do Soneto.  O Soneto é difícil de se fazer, isto é, é preciso conhecer a métrica. Mas me aprofundei através de livros de amigos que  faziam Sonetos. E ultimamente, eu classifico e tive o imenso prazer de ter como mestre Alberto Valle que é um poeta niteroiense já falecido, mas que se tornou meu amigo, e tirou-me as últimas dúvidas para fazer o Soneto perfeito.  Não tive formação na área de Poesia ou Letras, mas me aprofundei através de estudos para me aperfeiçoar.

Grupo Mônaco de Cultura: Conte-nos um pouco sobre a formação da obra “Primeiros Versos”: Em que se inspirou? No que pensou para formar essa obra? E se tem alguma coisa em especial, pois você afirma que sua Poesia é feita de mulher para homem. Então, você se inspirou em uma mulher ou alguém para fazer esse livro?

Antônio Carlos: A inspiração…, a inspiração é difícil de se explicar. Porque você a tem a qualquer momento. Você pode estar conversando, viajando, e aí a inspiração vem,  toma, te domina, e você tem que escrever. A musa que agente fala, da inspiração, ela também pode ser simbólica, pode ser direcionada a uma pessoa ou então ser imaginária.  Você simplesmente dá asas àquela inspiração. Você viaja e escreve. E depois você até se surpreende com o que você escreveu. Eu classifico a inspiração assim: é indefinível.

Grupo Mônaco de Cultura: Tem algum verso em especial que você gostaria de citar, que trabalhou melhor, e se envolveu melhor, ou que alguém gostou, e você traz como carro-chefe do livro?

Antônio Carlos: Olha essa talvez seja uma deficiência. Como eu escrevia e guardava porque não tinha tempo, eu  fui escrevendo… escrevendo… escrevendo… E eu não tenho de-cor uma Poesia minha, mas de-cor de outros Poetas eu tenho. Dificilmente decoro as poesias que escrevo, não sei dizer o motivo. No entanto, poderia destacar deste primeiro livro o Poema que fiz com 14 anos e que coloquei em destaque na contracapa. Veja, você mesmo, é um Poema ingênuo, que fiz aos meus 14 anos. E achei que deveria aproveitar. E tem o título de imediato “Primeiros Versos“. Porém, pela mensagem achei que poderia aproveitar. Seria uma apresentação e/ou um bom teste, para saber se o meu gosto seria o da maioria que lê Poesias ou Poemas.

Grupo Mônaco de Cultura: Na Poesia (Primeira), na contracapa, você fala de uma primeira experiência . Mas essa experiência é sua: de desejo, de beijar, de amor?

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Antônio Carlos: É imaginação. Para você ver eu tinha 14 anos. Então é uma imaginação do sonho de ter uma primeira experiência. E eu achei justamente por essa mensagem que eu deveria aproveitar. Essa é uma das épocas que tive pura e puramente inspiração.

Grupo Mônaco de Cultura: E sobre o projeto Giro Cultural? Conte-nos um pouco sobre a sua participação.

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Antônio Carlos:  O Giro Cultural foi um convite de Carlos Mônaco, devido a nossa amizade, e devido ele saber sobre o meu trabalho. Embora eu não seja de Niterói, pois sou de São Gonçalo. Mas estou aqui sempre em Niterói. Tenho amigos em Niterói. Frequento às vezes as gremiações. E a primeira associação cultural que fiz parte foi a ANE – Associação Niteroiense dos Escritores.  E faço parte, em São Gonçalo da AGLAC – Academia de São Gonçalo de Letras Artes e Ciências. E da UBT – União Brasileira de Trovadores de São Gonçalo, e também da UBT nacional. Onde viajo e participo de alguns eventos, e sou premiado como na semana retrasada que estive em Camboci.

Grupo Mônaco de Cultura: No livro “Primeiros Versos”, você faz um agradecimento a Alberto Valle por ter sido seu mestre, e que foi a pessoa que te orientou como Poeta. Conte-nos um pouco a respeito dele.

Antônio Carlos: Então, eu já escrevia Soneto desde o início, simplesmente pela forma: “Dois Quartetos e Dois Tercetos”. Mas  a métrica em si, a acentuação tônica e tal, eu não conhecia. E foi escrevendo, e também ao comprar um livro “A Arte do Poeta”, onde me aperfeiçoei alguma coisa. No entanto, faltava algo, e essa pequena diferença foi o Alberto que me indicou e me orientou. Além disso, eu ia na casa dele para ele me explicar e me orientar semanalmente. E rapidamente, ele tirou as dúvidas que eu tinha.

Grupo Mônaco de Cultura: Antônio Carlos, você como Poeta e Trovador, acha que as pessoas se envolvem mais com a Poesia ou com a Literatura? Ou as duas se mesclam?

Antônio Carlos: Bom, eu acho que as pessoas estão dando mais atenção à Literatura. A Poesia  está esquecida. Ou seja, percebemos que em movimentos culturais, se fala em dança, em música e outros tipos de cultura. Todavia, a Poesia, não sei dizer. Falamos em música, dança, diversos movimentos culturais, mas quando se trata de Poesia, acredito que fica esquecida, e muito esquecida.

Grupo Mônaco de Cultura: Você acha que a Poesia é para quem tem sentimento, ou para quem gosta de estudar ou ouvir palavras bonitas? . Vemos que a Poesia é metrificada, trabalhada com palavras selecionadas, e com uma estrutura. Você acha que isso dificulta o entendimento do significado da Poesia ou do que o Poeta quer dizer?

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Antônio Carlos: Talvez, seja por isso. Por exemplo, a Poesia metrificada, a pessoa não que entender a interpretação, mas na Poesia livre a pessoa se sente mais à vontade. Então eu fico surpreso ao ouvir isso de um Poeta, porque antigamente, as pessoas escreviam: metrificada, certa, e mesmo assim, davam a mensagem. Na minha opinião, acho que se a arte for fácil, se torna desvalorizada. E acho que se você tem que ter o trabalho da arte, você tem que gostar da arte. Isto é, para que ela apareça e você possa desenvolvê-la. Você acha que devo desenvolver uma arte fácil?. Eu acredito que devo desenvolver a arte que está dentro de mim. Então, por exemplo, até hoje, escrevo Soneto, e esse é o meu gênero, porque eu gosto de Soneto e me sinto bem. E vejo que tem um rítmo e uma harmonia. Acima de tudo, o Soneto é um gênero maravilhoso.

Grupo Mônaco de Cultura: Antônio Carlos, você poderia nos justificar a imagem da “Rosa” na capa do livro. E dizer se a Poesia da obra “Primeiros Versos” são apenas para mulheres? Ou homens podem também ler e encontrar uma Poesia escrita como antigamente?

Antônio Carlos: Essa pergunta me  voltou aos meus 15 anos.  Essa capa como na segunda e o título, se relacionam aos cadernos que fazia.  Eu escrevia as minhas Poesias e as colocava no caderno. E as colocava com uma capa e um título. Esse “Primeiros Versos”, já é um título que eu tinha. Porém, houve uma editora que me questionou sobre isso, dizendo que era um título um pouco ingênuo. Mas achei que deveria colocar esse título pela fidelidade que eu tinha com esse título no meu caderno. E esta “Rosa”, além de ser o símbolo da UBT (União Brasileira de Trovadores), que eu não conhecia na época, ela era a capa do meu caderno: uma Rosa. Enfim, a editora apenas melhorou a imagem para apresentá-la, e ficou muito bom.

Grupo Mônaco de Cultura: Antônio Carlos, você poderia nos lembrar qual é a diferença entre Trovador e Poeta?

Antônio Carlos: Há uma frase célebre que diz: “todo Poeta é Trovador. Todo Trovador é Poeta, mas nem todo Poeta é Trovador”. Por quê?. É justamente a métrica. Se você não se dedicar à Trova, e você quer fazer Poesia livre, você é um Poeta. Agora a Trova te dá um trabalho, pois é uma Poesia de “quatro versos e sete sílabas”. Tem que ter a métrica, a rima do primeiro verso com o segundo e o segundo verso com o quarto verso.  Em rápidas palavras é o definição de Trova.

Grupo Mônaco de Cultura: Antônio Carlos, quais são as suas considerações finais a respeito do trabalho que foi lançado hoje (05/10), o Giro Cultural e algo mais que gostaria de dizer.

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Antônio Carlos: Eu estou feliz pela oportunidade que Carlos Mônaco me deu através da Nova Imprensa Oficial, que teve o trabalho de divulgar o Giro Cultural para o meu lançamento. E isso é o que precisamos hoje, e é disso que estamos sentindo falta, um apoio. Ficamos na expectativa de ter um apoio, pois os três livros que lancei foram produções independentes, e sem nenhum apoio. Por isso, agradeço a Nova Imprensa Oficial pelo apoio no Giro Cultural. No caso da produção, e por ser de Poesia, ficamos na expectativa de apoio cultural de várias instituições, e vemos que estamos esquecidos. As editoras costumam lançar Romances, mas as Poesias estão esquecidas. A não ser que seja um Poeta consagrado. Contudo, estou feliz por estar aqui mostrando o meu trabalho na Livraria Ideal e nesse evento maravilhoso.

Após a manhã de autógrafos, crianças e pais visitaram o prestigiado espaço cultural da Nova Imprensa Oficial – Sala de Cultura Leila Diniz às 12h com a peça infantil “Chapeuzinho vermelho” pela Cia de Teatro Infocus.

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  • Sala de Cultura Leila Diniz

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A Cia de Teatro Infocus, inova em sua encenação contando o conto infantil com músicas próprias e adaptação dos personagens  a uma nova realidade, interagindo com a criança e o público no espaço do teatro.

  • Visitante

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Leonardo L Gonçalves é advogado, trouxe a filha para assistir a peça infantil Chapeuzinho vermelho e contou que gostou muito, pois é a primeira vez que vem ao espaço cultural: “Basta ver a reação das crianças, elas adoraram. Minha filha Manuela gostou muito e com certeza vamos voltar. Vim com minha filha, esposa e amigas do colégio de Manuela.  Elas adoraram.”

  • Gugu Araújo da Cia de Teatro Infocus

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Gugu Araújo conta sobre a sua a apresentação na Cia de Teatro Infocus e aproveita para falar sobre preservação ecológica :  “Estamos mais uma vez aqui na Sala de Cultura Leila Diniz, com mais um sucesso que é  Chapeuzinho vermelho, trazendo alegria para as crianças e também para os adultos que pegam a ideia da sátira, da cumplicidade, da alegria que temos que transmitir para as crianças. chapeuzinho é um clássico já eternizado. E nós adaptamos para os dias de hoje com uma estória gostosa, sem nenhuma perversidade como na verdadeira estória que o Lobo como a Vovó, e o Caçador tem que tirar a Vovó da barriga do Lobo. Nossa estória é totalmente diferente, divertida. Na verdade, o Lobo está com fome, e se encontra em extinção. E o Caçador não quer fazer mal ao Lobo. Ele quer levá-lo para o Zoológico para preservar a espécie como o Lobo-guará, e outros da nossa fauna e flora.”

  • 42 anos de dedicação ao Teatro

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SAM_0072“E sobre os 42 anos de Teatro de César Cavalcanti, ele é Professor e trabalha com o Teatro faz 42 anos. É uma vida dedicada à Arte e ao Teatro. E apesar de ser Professor, César nunca largou o Teatro. E às vezes, César leva o Teatro para a profissão dele, ele dá uma aula e inclui o Teatro, e acho isso incrível, colocar a Arte em sala de aula.”, ressalta Gugu Araújo, da Cia de Teatro Infocus.

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  • O Grupo Mônaco de Cultura deseja os parabéns para César Cavalcanti da Cia de Teatro Infocus que fez 42 anos de Teatro.
  • Felicidades.

  •  O Giro Cultural acontece todo o segundo sábado de cada mês com exceção dos feriados que é antecipado. E pode ser feito a pé pelo visitante nos seguinte endereços: Livraria Ideal – Rua Visconde de Itaboraí, 222, loja 3. E Sala de Cultura Leila Diniz – Rua Heitor Carrilho, 81 – Centro de Niterói .

Entrevista: Cláudio Barbosa

Texto: Cláudio Barbosa

Fotos: Cláudio Barbosa

2 Comentários

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  1. Antônio Carlos Rodrigues

    Obrigado, Cláudio Barbosa. O seu trabalho ficou maravilhoso, não esperava tanto.
    Um abraço e obrigado.

    • Grupo Mônaco de Cultura

      Eu é que fico agradecido pela entrevista e por esperar o meu contato.

      Um forte abraço, amigo Antônio Carlos,

      Cláudio Barbosa

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